quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Ouvindo se descobre.

É tão simples quanto parece.

E é inevitável dizer que não, mesmo quando ficamos em dúvida. Você é capaz de discernir as situações que vou expor, tenho certeza. E tenho ainda outra certeza, a de que você já viveu a mesma situação, e que, para piorar, não será a última vez que vai vivê-la.
Eu estive pensando na situação atual e cheguei a conclusão de que amar não passa de um jogo, onde vence quem fingi mais. Se quando a paixão desperta você é capaz de fazer loucuras, porque quando se tem certeza de estar sendo correspondido você não age com a mesma intensidade e passa a ignorar a situação fazendo tudo parecer um jogo, de quem se entrega menos, na relação? É insuportável sentir que está sendo manipulado para bem ou para mal ou mesmo sendo testado num jogo que não deveria existir.
Eu imagino que cada um tenha uma maneira de amar e que para cada situação exista uma exceção, lógico, mas agir como se tudo não passasse de um jogo em que se realiza as jogadas de acordo com as necessidades de vencer é absurda. Existem "n's" situações em que vejo tudo se enredar numa única temática, quem está certo?
Falando em termos gerais, até quando estamos dispostos a amar de verdade e nos entregar ao "competidor" dentro do amor? Hum?

Parece chato o contexto mas não é. Simplesmente pense a respeito.

Eu vivi uma experiência muito complicada ultimamente e gostaria de não mais precisar passar por ela. Me senti totalmente preso e ao mesmo tempo livre e posso afirmar, é péssimo. Se você consegue ser um bom "fingidor" pode ter sucesso.
O amor eu penso ser um sentimento muito maior do que o normalmente sentido por nós nesse momento. É raro sentir o danado por qualquer coisa ou pessoa.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

É quando estamos confusos que acontece:

Nem sei porque escrever, mas me bateu uma vontade imensa de dividir o que penso com quem quiser ler. Eu já me senti perdido, cansado, ... mas estou confuso de uma maneira que nunca estive.
O grande problema de crescer é ser obrigado a tomar decisões , se confundir entre o que acha bom e o que acha prazeroso e pensando assim eu posso assegurar que todas as minhas decisões seriam tomadas levando em conta meu bem estar, o prazer. Mas não pode ser sempre assim, o que deixa tudo um pouco mais complicado. Concorda?
Como disse Cartola, o mundo é um moinho e ele está pronto pra te triturar. Não tenho a intenção de transformar esse texto numa literatura tristonha e pessimista, frisando o fracasso iminente, mas vale um alerta à respeito. Além de lutar contra o mundo ainda tenho que lutar contra eu mesmo, dentro da minha cabeça.
Posso aconselhar você a não deixar de se decidir pelo prazer, mas só por um momento, pense seriamente no que vai acontecer num curto espaço de tempo, sabe (?) ... porque pode ser mais frutífero esperar um pouco mais pelo prazer? (...) e a felicidade virá, mesmo que tardia?


É como estar diante de uma parede que você sabe, vai conseguir transpor, e mesmo assim tem medo do que pode haver de inesperado do outro lado. Acho que o assunto tem mais a ver com minha fase adolescente que deixei pra trás tardiamente e essa fase tem como característica a insegurança acerca do futuro, como podem perceber em qualquer adolescente normal. Existem sim aqueles que não querem nem saber, como eu fui um dia, e existem os que se preocupam um pouco mais.
Eu, como já disse antes, não gosto de pensar em como serão as coisas e ficar preso aos cuidados necessários pra se fazer exatamente aquilo que tinha planejado.
Agora, me vejo numa encruzilhada definitiva pois não tenho mais tanto tempo para pensar em como seria outra forma de viver, como seria se tivesse feito isso ou aquilo, preciso ter certeza de que o que estou fazendo vai me render frutos, vai me proporcionar além de sucesso, condições para ser feliz. Talvez eu seja uma pessoa insegura afinal, como pensei nunca ser, tive tanta certeza das minhas decisões que hoje vivencio uma visão diferente onde o que penso para amanhã ocupa um espaço grandioso no meu futuro e estimula de forma direta os acontecimentos que virão à seguir, exercendo função imprescindível na positividade das escolhas.
Se para bem ou para mal, escolho continuar em cima do muro, aproveitando meu jeito casual de viver com uma pitada de insegurança e pensamento prévio do futuro mais próximo, sem muito planejamento.

E se você concorda, me ajude, me deixe saber o que pensa. E se não, aí sim, prometa que vai entrar em contato. É de você que estou precisando para conversar.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Som muito maluco (pra não dizer horripilante).

Já se pegou deitado pensando em loucuras?
Ou já se descobriu com pensamentos assassinos?
Melhor, já pensou em se suicidar?

...

Vou te dar uma dica! Se ainda não pensou em nada desse gênero, vai pensar depois de escutar essa banda: S.A.C. (clique no link para baixar).

Espero que não cometam nenhum dos atos citados acima, caso contrário, quem vai ler o que eu escrevo?

Um Abração! (Pode curtir o som sem medo, ele não é tão "inspirador assim" mas vai te fazer imaginar coisas bizarras durante a "viagem").






Pensamentos inconstantes ...

Nunca fui de pensar no que fazer.
Sempre gostei de descobrir "o que" eu poderia fazer diante das situações que são apresentadas pelo cotidiano. :---------------------> Será que você também é assim?

Bom ... mas eu sou um amante do acaso. Nada me satisfaz mais do que deitar à noite e imaginar que o que eu fiz durante o dia foi por acaso, e que se me envolvi com alguém, se fiz novos amigos ou se mesmo passei por maus bocados, foi tudo culpa do destino ou das minhas escolhas, como prefiro pensar. Eu posso ter mencionado destino, mas não acredito nele. O acaso pra mim faz mais sentido.
Existem problemas em viver do acaso e eu conheço alguns deles, mas não consigo programar tudo e ser feliz com tudo saindo como eu pensei, como uma visão antecipada. Eu não quero saber o que vai acontecer, eu quero simplesmente que aconteça! Não brinco com coisas sérias, como o trabalho ou como as amizades ... longe disso, mas pensar em todas as hipóteses me faz crer que a vida é um programa já pronto. Gostaria que alguém me informasse, sou só eu?

É a magia das coisas ... como elas são levadas e pra onde são levadas quando deixadas livres.
Posso estar falando besteira e se estiver, faz parte, todos temos pensamentos diferentes a respeito da própria vida. Disse anteriormente que não quero saber como vai ser a minha vida, mas óbvio, tenho uma pontinha de dúvida quanto ao que me tornarei, que carreira vou seguir, quantos filhos vou ter e se vou me casar ... mas sabe, eu vou andando devagarinho por aqui e se der, descubro tudo isso mais na frente.

Vejo todos vocês por aí nessa caminhada e aqueles que eu não conseguir encontrar, perdoem-me, eu fiz a escolha errada.

Um forte abraço! - ( O sentido da vida? Pra frente!).

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Faça diferente se puder.

Nunca foi tão difícil compreender um sentimento como está sendo nesse momento. Tudo é tão claro e parece tão fácil que confundem as escolhas.
São tantas as experiências que vivi nesse último período que as coisas me fogem quando penso em solução. Acredito que qualquer pessoa que leia esse texto entenda o que estou querendo dizer.
Me amarga a sensação de ter feito tudo certo e ao observar com outros olhos percebo o quão errônea foi a decisão. Não é egoísmo agir com um pouco de individualidade quando você visa uma melhora pessoal. Todos tomamos atitudes visando o próprio bem, tentando uma luz com experiências aleatórias ou programadas. Arriscar é sempre necessário.
Seria tão difícil entender que o que fazemos com nós mesmos não tem o intuito de afetar o sentimento de ninguém?
Fui colocado na parede quando achei estar livre para agir e me deixou em dúvida o sentido de liberdade.
A sensação que tenho é que nada vai adiantar para reparar um erro desses, mas seria mesmo preciso? Quem foi que disse que eu estava sendo testado ou vigiado?
Eu me sinto enquadrado e abafado com minhas próprias decisões e daí eu penso em como isso pode ser possível ... Se a trajetória é pessoal, é assim que devem ser as escolhas.
Quem me dera só as lágrimas como arrependimento.
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Tudo parece tão certo ... Garanto, você já passou por isso.
Tanta bagunça me serviu de encosto para a calma, estranhamente. Com tanta coisa pra pensar a sensação de leveza se faz necessária e absoluta. É como ando dizendo, as vezes a espiritualidade explica sem dizer nada. Sinta as coisas ao seu redor com mais calma, desfrute dos passos dados olhando para tudo ao seu redor. Tem alguma coisa lá que não pode ser explicada, somente sentida e absorvida. Tente! No máximo será uma distração divertida.

Só não diga adeus ... tudo tem seu "tempo".